terça-feira, 29 de julho de 2008

Sensação 1

Recentemente estou sentindo uma porrada de sensações...Não há como não dizer que o Rio é tudo que sempre sonhei, nem dá pra dizer que não estou com um pingo de vontade de voltar pra minha terra, pro meu espaço, pra minha família.


Muitas coisas aconteceram nesse mês que me fizeram refletir sobre muita coisa. Só o fato de conviver com mais sete pessoas dos diferentes lugares do país numa única casa já representa muito. Daí surgem os problemas, as análises em grupo, aquele pensamento de que você está sendo observado e você também faz várias conclusões, pensa mal sobre certa pessoa, bem de outra...na verdade parece um big brotgher. Há uma mistura de sensações, de ser condenado e condenar, não há paredão, mas há a falsidade, mas há a mentira. Não que isso tenha contecido, mas que isso sempre ocorre num espaço social onde vivem pessoas diferentes.






Saber conviver com a diferença é algo essencial. Primeiro, que até a própria língua é diferente, o jeito de analisar uma situação é diferente, e até mesmo para definir uma coisa há palavras diferentes. Isso aconteceu muito aqui e vem acontecendo constantemente. Nada vai mudar.






A experiência que tive também não foi só saber com as diferenças. Morar numa cidade pequena e depois saber (não que eu não sabia) que existem outras pessoas tão interessantes quanto aquelas que você já conhecia antes, tão fervorosas e que curtem aquilo que você também curte. É muito interessante saber que o mundo não está privado, que o mundo não é aquele ovo que vivemos (não que a minha cidade seja um ovo, longe disso).






Aliás, mudo o trilho da minha conversa para a minha cidade. Ah que saudade sinto dela! Sidade pacata (mas nem tanto), cidade feliz (mas nem tanto), cidade charmosa (mas nem tanto) cidade triste (mas nem tanto), cidade vibrante (tá bom, paro de falar" nem tanto"!!).






Muqui é uma mistura de gente, mas elas possuem muita coisa em comum, inclusive o sangue. Muita gente possui um vínculo familiar, pois a cidade é familiar e hospitaleira.Encerro a minha conversa, tenho muito pra falar, mas o tempo me priva...como disse no início têm acontecido tantas coisas ao mesmo tempo que nem dou conta de me definir, tam pouco escrever algo no meu blog. Fazer o que...espero que consiga dizer tudo no próximo post. Essa postagem tá uma merda, tá horrível...vou até enviá-lo logo antes que eu desista de mandá-lo. Desculpem-me pela falta de i´deias. Reponho depois!



Até!



blahhhhhhhhhs!



:)



segunda-feira, 7 de julho de 2008

Bem vindo ao RiO!




Não faz nem dois dias que cheguei ao Rio e já estou tendo surtos psicóticos. Até que tô me relacionando bem..Mas morar com mais 7 pessoas que vieram de todos os tipos de lugares do Brasil é meio complicado.


Detesto, mas fui obrigado a perguntar várias vezes o que Txai (um dos meninos do ap.) estava dizendo. Estou me acostumando e acho que chegarei ao Espírito Santo com um sotaque misto.




Rio de Janeiro é mesmo louco. Não conheço nada, mas essa é a melhor maneira de se conhecer, sem ninguém que sabe de nada por perto, conhecer por conhecer! Essa é a diversão!


Bom...quanto ao meu surto psicótico é o seguinte: Meu futuro.


Quero muito fazer um longa quando chegar em Muqui, mas quero muito passar no vestibular, Jornalismo!!!!Por isso, para me auto afirmar decidi colocar aqui meus planos pós Geração futura.


*Estudar para passar no vest.


*Fazer um longa


*Lançar Floresta Encantada ( um longa já pronto)


*Lançar um livro ( se Deus quiser ainda esse ano)




Meu inimigo mesmo é o tempo, mas essa luta vai ter que resistir por esse ano.Tenho que passar no vestibular (essa é prioridade, mas quero muito fazer meus longas)


Em falar em vestibular, conheci mais duas pessoas aqui q querem Jornalismo, Eduarda e Rodrigo.


São pessoas maravilhosas!


To adorando tudo aqui!


Aguardem novidades!


Abraços!
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.*

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Moral, educação e bons modos - a postura social mudou!*


"Sou ignorante e daí?"- é o que eu responto quando estou em um péssimo estado psíquico, quando estou estressado com alguma coisa, quando estou explodindo de dor de cabeça; aliás, quem não sofre disso? Somos todos ignorantes, mal-educados vivendo nas mazelas de um mundo virtual onde os bons modos e a descência deixam de transparecer e se ilustram em cores, sons, sem ar pessoal de intimidade.

Pavoroso seria se todos se cumprimentassem gentilmente; aí sim teríamos uma coberta falsidade, pessoas se olhando e se esfaquiando pelas costas. Pessoas falando mal uma das outras. Sou a favor do: conte a verdade, machuque-o.

A verdade dói , mas essa dor deve significar um : Vá em frente, retire esse estereótipo e rompa essas barreiras existenciais.

Quanto à falta de educação...sinto informar, mas está em moda, é atual. Onde eles estão? eu também não sei, mas agora falar mal das pessoas e não ter moral ficou chique, natural.É bom. Como disse, as pessoas que falam a verdade, nada mais que a verdade, devem receber um mérito, mérito de vergonha na cara, de pessoa realmente de caráter.
As melhores pessoas da sociedade hoje em dia não são assim e por isso são vangloriadas, pois suportam as pessoas falarem nos seus ouvidos sem dizer: opa! vamos parar por aí?Sua voz já está me enjuando...até logo!
Em vez disso preferem colecionar "amigos", ter fãs, ter quantidade do que qualidade.

Taí uma dica: Quer sem bem sucedido na sociedade? Ter amigos influentes? Se bajulado e elogiado? Pois então ouça todos, elogie todos, não fale uma palavra de baixo calão, não ofenda ninguém, não fique estressado perto de ninguém, vá a festas e saia cedo, mantenha a imagem, seja um psicólogo emocional e tente entender todo mundo que chega perto de você contando um problema e etc.
Se conseguir, parabéns!
Se não conseguir, tudo bem! Você só provou que você é uma pessoa mal educada, ignorante, sem moral e, portanto, está na moda!

Up*
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terça-feira, 20 de maio de 2008

Ares Literários


Sei que estou um pouco afastado do blog, mas por motivos breves e salubres estou de volta.


Estive, à pouco tempo, estudando na biblioteca da minha cidade, lugar que por sinal é muito tranquilo e onde eu posso estudar com calma, e notei que lá, há pessoas que não merecem estar a beira de um precipício que é a falta de um bom guia bibliotecário. Há centenas de livros naquele lugar e há crianças que se interessam por aquilo.


Conheci, hoje mesmo, um rapaizinho chamado Marcelo, está na quarta série e estava lá para conhecer, ler e estudar sobre a história do município. As atendentes, em especial uma, quase que expulsou o garoto da biblioteca pois já estava na hora de fechar - dizia a moça. Obs.: a biblioteca fecha às 5:00h e ela disse isso pro menino umas 4:30.


Meia hora é tempo suficiente para se conhecer, ler uma curiosidade relevante, fazer uma anotação rápida, enfim, dá tempo pra respirar.

Minh indignação não parte apenas do ponto de ética, mas do ponto literário. A sociedade desconhece essas crianças que ainda se mostram interessadas e as dão um chute nas nádegas quando, inoscentes, vêm em busca de conhecimento e saber.

Com a educação, que se encontra precária, é difícil encontrar pessoas e, principalmente crianças, que se interessem por arte, música e livros.


Gostei tanto desse garoto que o chamei para participar de um projeto que estou a desenvolver. Ainda é básico, mas conhecê-lo pode, futuramente, me trazer grandes esperanças.Espero que eu seja selecionado no concurso e meu projeto possa ser desenvolvido.


Ainda quanto à biblioteca, devo dizer que é uma calúnia aos alunos e aos cidadãos em geral. Essas pessoas devem procurar esses "guias", encher o saco deles, pois é para isso que ganham no final do mês: para instruir e trocar idéias, oferecer livros de apoio, enfim, deixá-lo guiar-se pela literatura, pela gramática, pela física ou utro fim educacional.

Continuo a estudar na biblioteca, observando atentamente a essas cabecinhas que surgem brilhantes e que, como diamantes, precisam ser lapidadas.


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Não corrigi esse texto, portanto, não liguem se encontrarem erros de gramática ou de acentuação. Estou com o tempo contado, estudando muito.

Bjão!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Motivado pelas ambições materiais e profissionais

Estou muito feliz! Nada de crônicas tristes nem de meus desabafos com palavrões de "baixo calão", hoje posto a favor da felicidade. Do bom humor. Tudo isso porque finalmente ouvi claramente de meus pais a mensagem positiva de minha saída de casa.´
Podem achar que sou doido, mas isso significa muito pra mim. Até então estudava com motivações pequenas, porém ambições quilométricas. Sonho muito - e quem não sonha?- mas poder ouvir que vou poder sair de casa e estudar - quem sabe? - numa das melhores universidades de Jornalismo do país é fabuloso. Isso me deixou muito entusiasmado, isso está me estimulando a estudar mais a ler, estou fantasticamente feliz, redondamente alegre em saber que, se passar no vestibular e ser aprovado pela faculdade, vou poder sair da rústica e simples cidade do interior do Espírito Santo - não que eu não goste da minha cidade, na verdade eu a amo, mas não vejo outra escolha - e globalizar mes conhecimentos, encarar uma nova onde de estudos, de uma nova perspectiva de vida, colocar meus velhos sonhos e desejos em prática.
Preciso, antes de fcar tão feliz, me preparar emocionalmente e educacionalmente. Devo estudar muuito e me preparar para viver longe de meus pais, na verdade acho que eles é que deveriam se preparar mais, afinal sou filho único. Isos é que me intrigrava: saber que, talvez, eles pudessem limitar meus sonhos por só terem um filho. Achei que não deixariam eu ir. Mas tudo ocorreu bem, minha mãe - minha inseparável- deve se acostumar. Há dias em que me afasto um pouco dos meus pais, quero me preparar pro pior.
Por outro lado penso nas minhas oportunidades na cidade grande, penso em estudar muito, me profissionalizar e...indesejavelmente, aprender aquela matéria que quase me fez ficar de recuperação ano passado: inglês. Um bom jornalista deve saber inglês, não é opcional. Se você sabe pode ser jornalista, se não sabe vai viver daquelas misérias recebidas por pessoas que falam, mal mal um português.
Deix claro pra mim mesmo que minha prioridade é passar, com o máximo de pontos, no vestibular, ir morar fora, ter um apartamento, arrumar meu próprio corredor, organizar meus próprios discos, minhas tecnologias e por em prática meu sonho. Meu lema agora é: estudar, ler, dormir, comer - quando der tempo - estudar, ler, estudar, dormir, estudar, não-dormir-estudar, estudar, estudar, estudar, estudar, estudar, estudar, e... estudar!
Quanto à solidão de meus pais acho que há uma saída: uma adoção de um pimpolho, ou então, chamar o Lucas - meu quase irmão - filho de uma antiga empregada que hoje, mora no nosso sítio.

segunda-feira, 21 de abril de 2008


Não sei por que motivos existem pessoas que insistem em nos pisar e nos sugar aquilo que mantêm nossa paciência. Ter um amigo concorrente é a pior coisa que existe. Possuo um amigo o qual admiro bastante, porém ele sonha demais - nada contra porque eu também sou um eterno sonhador- só que, de certa forma, ele vem dizendo coisas que não vem me agradando. Ele é uma pessoa maravilhosa e querida por todos, mas está fugindo de sua personalidade para tentar me convencer de que não é isso que quero, de que a carreira que escolhi não condiz com aquilo que sou. Como em váris postagens sempre digo que o que vale mais é aquilo que sentimos. Se fazemos nossa auto-julgação é porque nos conhecemos o bastante. Tá certo que existem pessoas que não se conhecem e vão pela lábia dos outros, pero no soy assi.
Sinto muito por ver nele aquela imagem que nunca quiz carregar do meu lado. Porém devo crescer em meus atos e ações e encarar tudo isso como uma corrida, tentei me esquivar o possível, mas percebi que chegou o momento de me preparar para essa emocionante aventura que é a busca pela tão sonhada aprovação no vestibular.
Busco muito isso e estou me esforçando ao máximo. Busco aquilo que me faça feliz, aquilo com que eu me compreenda, e me entenda e me faça sentir alegre a cada diz de estudo ou de trabalho.
Sei muito bem o que eu quero e nã preciso de ninguém vir me dizendo, ditando regras e dizendo que sou inferior. Já superei grandes crises na minha vida e mesmo tendo 16 anos, já superei barras pesadas como a dor de perder o melhor amigo no auge de meus 15 anos. Não vejo alegria em meus olhos a não ser quando estou na frente de uma tela (de preferencia compacta) de computador escrevendo, desconfigurando imagens, formando outras, fotografando, mexendo com sensações, aromas, sabores e desabores, criando fórmulas próprias de ucesso não só exterior mais, principalmente interior.Pra mim, antes do sucesso exterior devo me conhecer e me achar um sucesso. Nenhuma celebridade ou uma pessoa bem sucedida qualquer conquistou esse status pelo sucesso exterior ou tão somente pelo rosto bonito e hostil. Claro, isso ajuda consideravelmente, mas o sucesso deve vim de dentro. Tendo compreensão interior a pessoa consegue ficar mais bonita, mais ágil, mais alerta, independente e prudente em seus atos.Consegue ter mil facetas, mil lados, segredos que só nós sabemos, fórmulas fantásticas enfim, uma gama de coisas.
Termino com uma dica ótima de filme. Uma trilha sonora espetacular e uma interpretação belíssima de Catherine Zeta-Jones.Sem reservas.
Um beijo grande pra todos!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Não me entende? Problema seu!

O título pode parecer provocativo, mas é exatamente isso que queria. Foi a frase perfeita, foi esse verso que definiu uma situação meio desconfortável que me ocorreu dias anteriores. Já estava "P" da vida com as - diga-se de passagem - baixíssimas notas de redação. Que raiva! Ano passado eu era o melhor da minha turma e não me canso de dizer, pois batalhei pra descbrir que eu era apaixonado pelas palavras e não sabia direito desenvolver.Acontece, que dia desses uma pessoa falou algo comigo que me deixou confuso, abalado, indignado e 'provocativo': "eu leio, leio e não consigo entender.O da fulana eu leio e entendo super bem, mas a sua é cheia de palavras difíceis e eu não entendo nada entende? "
Só o fato de ter me comparado com 'fulano' já era o bastante. Mas dizer que não dá para entender meu texto é estapafúrdio! Minha vontade foi de me puxar os cabelos, afinal : o que escrevi de errado?Evidentemente nada. Mas para algumas pessoas um texto argumentativo cheio de rococós, piruetas e manobras arriscadas (que faz meu gênero) é uma estrada cheia de buracos. Me bateu, depois, um absurdo arrependimento em não dizer certas coisas naquele dado momento. O que consegui dizer foi um mero: "Ah, eu acho que meu texto está bom, e dá para entender super bem". ( depois eu digo como essa frase foi dita na hora certa e englobou tudo o que queria).
Na verdade, depois pensando com calma, o que queria era dizer: "Se meus textos fossem incompreensíveis eu não teria ganhado premio algum em 2007". Momento de silêncio. Muita tristeza, ia causar uma sensação estranha, embora que nunca eu ia pensar nesse verso naquele dado momento e nunca ia conseguir dizer com firmeza, já que, em momentos como esse, fico nervoso e vermelho.
Só quero deixar claro que adorei ter dito aquela primeira frase. Depois pensei com calma e foi até uma atitude gloriosa. Antigamente, recebia críticas e me afogava num vale de lágrimas. Pelo menos disse alguma coisa, disse, aliás, que meu texto era compreensível aos meus olhos e aos meus sentimentos e, sinto muito aos que pensam ao contrário, mas pra mim isso é que importa.
Um escritor, acima de tudo, deve se cmpreender, e eu faço isso com muita honra. Aborrece-me saber que uma pessoa leria esse post e não entenderia nada.
A alma de escritor é difrente. A alma de cada indivíduo é diferente uma das outras e é isso que faz a colcha de retalhos que é esse imensurável país. Essa amazônia de pessoas selvagens, famintas e atletas que correm pro nada, em direção ao nada e pensando em horizontes obscuros e sem vida.
Termino com uma espetacular frase de Carl Gustav Jung:
"Tudo o que nos irrita nos outros pode nos levar a uma compreensão sobre nós mesmos."